Seus joelhos repousam
sobre uma esfera frágil,
quase inexistente,
que carrega a única saída.
O sótão da sua existência
não se organiza ao arrumar
caixas ou expulsar pensamentos,
mas ao aprender a se apoiar em algo
invisível,
quase sutil.
Quando a respiração encontra o ritmo,
a fumaça desaparece,
o caos deixa de esmagar,
e a mente reencontra o equilíbrio não pelo
controle, mas pela confiança.
